Domingo, 24 de Setembro de 2006

Ela tinha os dentes todos à frente, e eu gostava

Tu tu tu, sorriar na tua face,
e embelezar-te com afectos que só descobrirás amanhâ,
a viver assim, deixa ir
viverás outra vez.
Rapariga díficel,
com uma vida para sempre.

Podias ser um alien paneleirão
um gostosão do além,
um paralímpico ovni, e todos se ririam.



O meu musculo de mustang,
é um corno que está sempre bem,
e não se choca com afins da sorte,
e olhando para ti
tenho uma pista de dj´s
e gritinhos "hey",
ei sou um um mustang prostituta,
e a mãe não sabe,
ou já sabe,
e juntas massas com carne com natas,
e dizes à mãe que te vês muito bem,
enquanto comes bolonhesa,
e fica-te bem!

Cinha Jardim, Pituxa, Pimpinha,
putas ao poder,
e anexas também,
vivá Pita!
Bruxedos broxedos...



Do cepticismo inicial com que - ainda antes de mergulhar na espiral
O senhor que se abana na pista,
emphasizes his genitals,
como bolachas do tamanho normal
o seu ânus rebola nas carnes entremeadas da night que treme,
"fever" em t-shirts platão,
may have served as protection from the evil eye,
perhaps specifically for children,
desde sempre e hoje pelo menos
não te deram a mão
num estranho destino com as tuas sapatilhas gritantes
em pedras escaldantes.

Monstros com músculo
em foda q.b.
género cavalos montados a montar.



Arrojado, confiante, enérgico...
deliciosos lábios de uma vida que nunca começa,
a tesoura que corta coisas que são sempre encontradas,
em conversas que te levam abaixo,
e bates masturbações histéricas,
e está tudo bem.

Tu disseste que és engraçado no amor,
e balcões de sangria
que te incendiam o coração
para não teres que gritar no escuro,
e largas lagartos sem controlo
mas sempre a bordo,
e aspiras e empilhas o barco pirata.

E apanhas os papagaios ao ar,
e fazes chapéus de capitão,
com o jornal da instituição que dá preservativos?
Vives num mundo de papel ou cartão.



Onde anda essa criança tatuada na córnea
onde jaz o animal ténue que mal anda
e treme-te a alma?
Onde saras as feridas diabólicas de príncipe eogcêntrico
és uma máfia de olhos fechados,
e quando tocas duas ou mais flores da mentira
ninguém te acredita,
encomendaste um comboio do tempo,
para poderes amar em cornucópia,
e colides na placenta de alguém.
Cristão cabrão.
Bambi envenenado que assimilaste
quando eras puto pedofilizado pela Disney.



Livros do corão, bíblia e buda,
com "666" expresso "se faz favor"
dizes baixo, porque temes algo,
e pessoas com esporra tão densa
que se cruzam em realidades nunca pensadas,
que só uns desenham e magicam.
Na tua mente até ao sapato,
podias ter veias dum devasso Giger,
e viver num pôr-do-sol num vale
que encherias uma vida inteira com essa esporra que te brota.



E poderias ir ao cume das estrelas,
ou só à neve de tal ventre,
do teu vale do sémen.
Só terias que entrar no elevador
e afastar a esporra do botão,
iludir-te seria em vão,
e voarias lá para o cimo de tudo,
com as madames sugadoras de glandes,
para o céu. Gritarias tudo: "PARA O CÉU!"
E cheiraria a iogurte, mas não.



Se andares muito,
para lá dos estalidos do sémen ressequido,
precisarias de muita protéina,
pois a fome reza ao lado,
comerias certamente suínos,
e andarias... até ao Japão.



Chegarias gordo, e a cheirar mal,
como uma râ peluda,
dos misteriosos oceanos,
onde os japoneses matam golfinhos
de alimento para as suas crias,
encontrarias talvez,
uma cona amiga
rodeada de amigas nada depiladas,
mas sem cara.



Claro que despertavas sem seguro de vida,
e na incerteza balística,
sem regras no mundo mecânico,
não te vinhas no orgasmo.
E furavas o concreto para não seres visto,
pensarias que os desejos continuariam a arder-te
mas fazem parte do passado.
Sobreviver em pequenos ataques,
era isso que fazias toda a tua vida,
com medo de pesadelos que te caiem dos céus.

E... se fosses uma puta?



Com a vida montada,
anexada ao lado dum monte de outras merdas,
e tinhas problemas como todos os têm,
mas... e se fosses uma puta de merda?
Daquelas miseráveis.
Das piorias?
E justificavas os teus crimes,
com cinismo fácil,
e secavas os gritos revoltados dos outros do passado,
em hoteis onde sobrevivias,
mas que se transformaram com o tempo,
em casas de namorados
dóceis e carinhosos,
porque tu sabias...

Tu sabias,
que a esporra e a pila
são o Deus
que na facilidade do orgasmo,
tudo engole
e impera.



O amor é um mundo estranho onde é perigoso combater
cujas regras não te fazem acreditar se não estiveres próximo,
e ninguém te deixa sozinho no parque,
a não ser que o ganhador seja um mentiroso,
uma boneca peluda...



Mas isso é muito pouco,
a tua escola é outra,
mandas e mandas, e operas para mandar,
na calada ninguém te vê.
Porque estás morta,
zombie do caralho.



Os sonhos dos mortos, são história
e quando gostas de alguém
vais morrer,
diz-me perto que ficas uns anos,
a jogar às probabilidades
a encher-te por partes,
em partes.
A história ensina a curar e a evitar os olhos do monstro,
em lágrimas temporais
que rodam em diferentes direcções,
Anne Clark amor,
amor de pólvora que perfomam gritos a arder
e beijos que reduzem os lábios a nada
e penetras mil seres,
para condizer.


publicado por Bisbilhoteiro às 07:25
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