Domingo, 1 de Agosto de 2004

A semana do Blog das putas

O que aconteceu depois foi menos selvagem do que a conversa na carrinha prometia. Estavam lá mais putas e fomos todas levadas em conjunto a uma sala grande, onde havia vários homens sentados, e exibidas em redor. Estavam lá L e o homem da faca, entre outros.
Grande parte dos dias foi passada em actividades puramente sexuais: servíamos os homens à mesa, nuas; tínhamos de chupar quem nos chamasse, de joelhos, `frente de toda a gente.
De vez em quando, e sem qualquer motivo, punição ou outro, uma de nós era escolhida e amarrada fora da casa, a um ramo de árvore, e chicoteada durante algum tempo.
Só houve uma puta que foi suspensa pelas mamas enquanto era chicoteada. A vaca guinchou que se fartou e eu cheguei a recear que se lhe rasgassem as mamas, mas aguentaram.
A mim foderam-me com a cabeça metida dentro de água, mãos amarradas atrás das costas.
E houve mais divertimentos do mesmo género.

Foi assim a primeira noite.
Dali levaram-me de carro. Não sei para onde, exactamente. Nunca sei. Gosto disso. Foi uma viagem longa: duas ou três horas. De vez em quando o carro dava grandes solavancos: estradas de terra? Eu ia dentro da caixa fechada da carrinha, por isso não pude saber.
O tipo que me ameaçara com a faca voltou a mostrá-la. Evidentemente, divertia-se com aquilo. Fez-me fazer-lhe um broche com a faca encostada ao meu pescoço. A certa altura desceu-a para as mamas e pressionou-a contra um mamilo.
«Que tal se eu te cortasse uma teta? Sabias que era isso que Jack the Ripper fazia às putas que matava? Cortava-lhes as mamas. E os lábios da cona. O que achas se eu te fizesse a mesma coisa? Continua a chupar. Chupas bem, vaca, é o que te vale. Eu, por mim, tinha-te atirado ao rio. Foste-te abaixo. Uma puta decente não se vai abaixo. Chupa. Antes da semana acabar vou comprar-te ao L e corto-te devagar. Primeiro as mamas, a rata. Depois o nariz e as orelhas. E no fim o pescoço. Vi uma vez um filme em que um gajo fodia a traqueia de uma gaja a quem tinha cortado o pescoço. Vinha-se no pescoço dela, bem dentro da traqueia. E os pés da gaja ainda estremeciam.»
Foi assim que se passou a viagem.

Não sei quantos tipos foram lá dentro. Dezenas, sei lá. Chupei, chupei e chupei. Às tantas estava tão cansada que tinha a lingua dormente e comecei a parar, e isso valeu-me meia dúzia de bofetadas que me deram logo mais gás.
Lembro-me de risos, insultos gritados por cima de mim, bofetadas, apertões nas mamas, o nariz apertado enquanto me enfiavam a picha pela garganta abaixo, e mais esperma, e mais, e mais.
Dei por mim caída no chão, com a boca dorida e um sapato a pressionar-me as mamas, e uma voz:
«Esta vaca foi-se. Já não aguenta mais.»
Outra voz:
«Vamos levá-la e atiramo-la ao rio. É uma porra, não vale nada.»
«Não vale nada? Contaste quantos gajos ela chupou?»
«Acabou-se, não consegue chupar mais. Por mim, atira-se.»
«Não.»
Lembro-me de pegarem em mim e de me arrastarem pelo bar e depois para a rua, não sei se vestida ou despida, e de ser atirada para dentro da carrinha.
Barulho de motor, movimento. Conversas.
Duas bofetadas fortes. Abro os olhos. Estamos parados.
Um dos tipos agarra-me pelo pescoço e obriga-me a espreitar pela porta. Vê-se o rio.
«Estás a ver aquilo, puta?»
«Sim.»
«Estamos a pensar atirar-te lá para dentro. Com uma pedra amarrada aos pés, para não chateares ninguém. O que é que achas?»
Eu não estava grande coisa e nem reagi à ideia de ser atirada ao rio. Disse:
«Se fizerem isso, metam-me um vibrador na cona, para me vir uma última vez.»
Houve gargalhadas e o tipo puxou-me pelos cabelos para dentro da carrinha.
«É de força, a puta!»
«Ficamos com ela.»
Ouvi a porta fechar-se.

Foi como ele disse. Chegámos ao Intendente e a carrinha estacionou. Mandaram-me sair e eu saí. Havia a população habitual na rua: putas, chulos e clientes.
Escoltada por três tipos, marchei pela rua fora. Sentia os olhos dos homens em mim. Fiquei ainda mais excitada. Fico sempre.
Um dos homens agarrou-me um braço ao passarmos pela porta de um bar e obrigou-me a entrar. O bar estava cheio de tipos a beber cerveja e a olhar para um filme porno que passava numa TV por cima do balcão. Duas putas serviam ao balcão.
«Ok», disse um dos meus acompanhantes. «Então é assim: vais tirar essa roupa toda e vais anunciar em voz alta que chupas todos os tipos que quiserem meter-te a picha na boca. Depois avanças para a casa de banho dos homens e preparas-te para trabalhar. Entendido?»
Eu acenei que sim com a cabeça.
«Ao trabalho», ordenaram-me.
E fiz isso. Avancei para o meio do bar e tirei a roupa. Houve assobios e bocas porcas vindos de todo o lado. Depois fiz o meu discurso:
«Estou aqui para chupar toda a gente que queira meter-me a picha na boca. Vou esperar na casa de banho dos homens.»
Mais assobios, mais bocas porcas. Acho que os tipos não estavam a acreditar. Mas depois um dos homens que vinham comigo confirmou que era assim mesmo. Eu, entretanto, avancei para a casa de banho, nua pelo meio de todos aqueles machos. Houve apalpões. Levei uma bofetada, não sei de quem.
A casa de banho estava vazia e cheirava a urina e a desinfectante, como cheiram todas. Havia água no chão. Encostei-me a uma das paredes, entre os urinõis, e preparei-me para trabalhar. Estava tão excitada que era capaz de pedir na rua que me violassem, se os tipos me mandassem fazer isso.

publicado por Bisbilhoteiro às 14:27
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