Quinta-feira, 12 de Agosto de 2004

Tou a ser envenenado

O meu pai trouxe-me até o quarto arroz doce. O que está lá dentro?
temo pela minha vida, mas sou lorpa e é inquestionável o sentimento traduzido pela indigestão mental do rácio lógico no esquema oblíquo, e é tal, que me passa dentro e não ao lado, como deveria de ser.

Vou morrer? Não sei.

Espera-se tremenda caganeira e dores impensáveis de barriga. Oh deus!

publicado por Bisbilhoteiro às 16:40
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Dúvida existencial da prima panasca

É assim, eu vou a paredes de coura, eu e o AMORRRRRRRRRRRRRRRRR! Mas o caralho é assim, porra pa isto:

Sabendo que por dia se paga 30 euros, e não vou pagar os 55 do festival todo, porque obviamente tenho mais que fazer...

E sabendo que quero ir apenas num dia...

E sabendo que:

dia 18
LCD SoundSystem
(02h30)
Dezperados
(04h10)

Mas...

dia 17

Scissor Sisters
(01h00)
Jon Spencer Blues Explosion
(23h20)
Snow Patrol
(21h50)

Por isso só posso ir um dia, por isso vou mais muito dia 17, são 3 bandas da coninha mais jovem super doidas e com vontade de me fazer relembrar dos tempos do Macgyver. E nesse dia (17) vão lá as coco-rosies, no palco mega secundário para alimentar os alternativos, a ver vamos, quem são estas panhonhas:

CocoRosie

São duas irmãs norte-americanas, de nome verdadeiro Sierra e Bianca Cassady e com o nome artístico de CocoRosie, estão confirmadas para o palco songwriters do Festival de Paredes de Coura. A actuação está marcada para o dia 17. O seu último trabalho La Maison de Mon Rêve, lançado neste ano, é estranho belo e esquizofrénico. As palavras bonitas e melancólicas encontram-se envoltas em numa mistura de sons de panelas, cantar de pássaros e ruídos de automóveis.

OK são umas bestas a armar em Doutor Givago com tachinhos e tachões! Paneleiras portanto!

Windows XP Service Pack 1 (Express) Falhou quinta-feira, 12 de Agosto de 2004 --> FALHOU ESTA MERDA DO BILL GATES!

Axam que é boa ideia ir só num dia? Sabendo que dois dias é igual a trinta mais trinta euros. Logo 60 euros, mas não tenho money para isso. Oh que cena, fica dia 17, já está!

publicado por Bisbilhoteiro às 16:37
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Sudoeste 2004 - "Putoeste Style"

Meloas no lugar de mamas e melancia na barriga...

"Procuro Travestis com chocolate nas virilhas"
"Sou discreto e normal. Procuro divertimento descontraído sem cumpromissos. E vai-te foder sim?"

Levei a tenda pro sudoeste, ele, eu tu, nós, vós, sobretudo ele, ele conheceu meio mundo, vendeu droga a uns drogados e nao consumia droga, ele NÂO CONSUMIA DROGA!

vendeste droga? tu vendeste droga????? tu n fumas ganzas!!!

E conheceu um brasileiro ke pinta corpos, pelo menos é o que ele dizia, apesar de expressões em inglês soarem melhor, mais bem, pela boca dum brasileiro, a expressão famigeirada: "BODYPAINTING"... e fomos pra rua a beber vinho, e os gajos da vodafone keriam-me bater pq estava a fazer musica com o xassis do carro deles, pro meu LOVE dançar sevilhanas, sim ele dança sevilhanas! Ou isso ou nada!

Conheceu uma friki de coimbra ke vendia, e vendia e vendia, mas era tanga, mas vendia, e peguei nela e levei á tenda dum psikiatra da maia, na tenda ao lado da minha. Era da maia, ao lado do Porto, logo era do norte, reparei mais tarde pela pronuncia correcta lá do burgo.

E nudismo mais ou menos bebado, normalmente quando dispo a sunga tou são dos cornos, mas com o putedo todo do sudoeste a olhar pra minha pila. A minha pila dos cornos quentes ao sol, O meu amor largava caspa, acho que era do couro cabeludo, meio virgem para estas lides emblemáticas, aspegic louva-a-deus do sol, tanto sol... CARAMBA!

Groove armada, muito fixe, mas soft, mas como estava bebado, e tinha tido alta discussão aquando dos zero7, foi fixe. a discussão badalão lão lão ão. SIM AMO-TE CARALHO!

mas o melhor... 2 banks of 3 of four BRUTALISSIMO!!!!! curti imenso, fiz mais sexo nos balnearios do ke na tenda. tás a ver? São gostos. nao tem bixinho na tenda, nem sauninha ás 10 da manha quando lá bate o sol, é fixe F-O-D-E-R nos balnearios.

Agora ke tenho tenda, vou começar a ir aos festivais, é muita fixe, conheci imensa gente, uma das gajas disse com lagrimazinha no canto do olhos, agora no ultimo dia: "ja vão embora?!! vou ter tanta saudade". E depois o passarinho fez piu-piu. A imagem do final do dia com muesly, fica SEMPRE BEM. Eu a desnutrir betinhas é do bem! Peaches!!! kem me dera ver a peaches

“Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.” - Nietzsche. Nietxe e o caralho. Era doido, era uma homem à frente do seu tempo. Era uma paneleirona!

@The Cure - Boys don't cry
Nao xores filosofista da merdinha!

Ah, o anticristo. pouco tempo depois de ler o livro tornei-me ateu!! E depois fui ao encontro nacional de ateus! E foi assim assim. Um encontro de gente k n acredita em deus , mas so fala dele - interessante deveras.

Posso falar do conceito humanizado de deus, do cagalhão que me sai do ânus, mas não falo de Deus, mas é fixe. Apesar de ser algo completamente diferente, mas a palavra deus esta em todas as conversas , pa bom entendedor...como se fosse algo de mal.

É tão entediante fazer um encontro nacional so sobre o mesmo tema, falam mal do conceito de deus e vem todos felizes pa casa! Ide foder as conas das vossas putas! Bah
política, sociedade, religião, ciência, os lobbys religiosos que não deixam passar a discriminalização do aborto. etc etc... As putas, sempre as putas!

publicado por Bisbilhoteiro às 14:24
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Ikea

"Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para n se tornar um monstro.E quando se olha longamente para um abismo, o abismo olha também para nós."

Um colega de trabalho tencionava comprar uma cama de criança. Foi visitar a página do IKEA e, por mera curiosidade, viu o site de Espanha também.

Eis senão quando a surpresa surgiu perante os seus olhos... Estendeu a pesquisa a outros países e a surpresa transformou-se em indignação. Eis o preço da MESMA CAMA em vários países:
Espanha - 349 Euros
França - 349 Euros
Itália - 349 Euros
Bélgica -349 Euros
Portugal - 499 Euros

Poupo-vos o trabalho de fazer contas: são mais 150 Euros - 30 Contos! que os portugueses têm que pagar pela mesma cama. Será por termos o melhor nível de vida de toda a Europa? Para os mais incrédulos, a referência da cama é HEMNES. Podem confirmar. Para os mais científicos será talvez interessante estender a pesquisa a outras referências - www.ikea.com

Gostaria que divulgassem esta informação por todos os potenciais interessados. Possivelmente não há uma base legal para desencadear uma queixa pois estamos num mercado livre. Mas, sobretudo, incomoda-me que nos tomem por parvos. Que nos prometam um maná e que acabemos sempre a pagar a factura. De resto, é continuar a salutar prática de irmos ao IEKA do outro lado da fronteira. Há uma loja IKEA em Sevilha, outra em Madrid. Por 30 contos, vale a diferença em combustível e portagens (que só há do lado português!). E ainda passeamos!

Ide dar o cuzinho mas é.

publicado por Bisbilhoteiro às 13:30
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Domingo, 1 de Agosto de 2004

Putisse do Blog das putas

Este é o tipo de cena que me deixa doida de tesão.
A gaja é nitidamente uma vaca e está nua no meio da rua a lamber um tipo nojento.
Haverá coisas mais degradantes, mas não serão muitas.

O tipo está a bater uma punheta e a puta não serve para mais que para lhe lamber os tomates. Ele fala com o tipo que está a filmar, entretanto. E ela não pára, continua a lamber. Lambe. Lambe. A langonha há-de saltar do caralho e cair-lhe no cabelo apanhado e suponho que a vaca há-de continuar a lamber.
E a rua, desolada e suja.

E se aparece a polícia ao fundo da rua? O tipo só tem de subir as calças. Mas a puta? Está em pelo. Disfarça como? Não disfarça.
Acham que os polícias podiam cobrar um serviço completo por fazerem de conta que não viram?

Comecei a ouvir vozes e subitamente senti uma palmada violenta no cu, e depois uns dedos que me penetraram a rata sem contemplações.
«Bela cona, caraças», ouvi. Os dedos saíram-me da cona e apertaram com força os grandes lábios. «Bom material. Achas que conseguimos fodê-la aqui mesmo?»
«Porque não?»
A camioneta balançou quando, adivinhei, dois ou mais homens saltaram para o estribo, e senti então uma bela cabeça macia de caralho roçar-me as bimbas.
«Vou enterrar-me todo nesta porca!» gritou o tipo enquanto se enterrava efectivamente. Entrou até ao fundo, porque eu ajudei empurrando o cu para trás, de encontro ao gadeamento da camioneta.
«Vê, a puta quer», ouvi-o dizer enquanto me bombeava.

Fizeram-me subir nua para uma camioneta de caixa aberta cheia de porcos e tive de me encaixar no meio deles, de quatro. Havia duas filas de porcos, ambas viradas para o interior, isto é, focinho contra focinho e cu virado para a estrada. Quando a camioneta começou a rodae e entrou na estrada, imaginei a minha rata vista de fora, no meio dos presuntos, e senti o vento varrer-me as bimbas do cu, e fiquei tão excitada que só pensava em me empalar fosse no que fosse.

Eu gosto de ser abusada, chantageada, enganada, forçada - não fico feliz por me submeter. Há uma diferença.
Gosto de ser humilhada. Refiro-me a coisas banais e porcas, como ser insultada e levar bofetadas e exigirem de mim que agradeça a seguir (o que eu faço). Gosto de ser colocada em situações embaraçosas, como ser deixada nua no meio da rua, sem dinheiro nem meios de qualquer espécie (já fui uma vez, ainda não contei essa aqui mas vou contar).
Sou promíscua. Gosto de gangbangs e de sexo em grupo e NÃO gosto de ser pertença de alguém em especial. Quero dizer com isto que me excita a ideia de ser aprisionada por alguém mas nunca me submeteria voluntariamente a alguém único.
Em suma, não sou uma slave em sentido tradicional, nem mesmo uma painslut, porque o meu gozo não é a dor, não tenho endorfinas especiais - nem traumas de infância.
O que eu gosto é de ser humilhada, possuída, usada e enganada - e para isso serve tudo, da corda ao chicote, da picha aos insultos, das ameaças de morte à exibição pública.

Desapertou as calças e mandou-me massajar-lhe a picha com as mãos. Depois agarrou-me pelo pescoço e puxou-me para baixo.
«Mama, puta.»
Segurou-me bem a cabeça em baixo e começou a foder-me a boca enquanto conduzia. De vez em quando tinha de fazer manobras e então deixava a picha bem encavada na minha garganta e mandava-me aguentar assim.
«Não te atrevas a mexer-te, vaca, ou rebento-te a fuça. Aspira.»

«Não confio em ti para não me molhares o carro e não quero espatifar-te a fuça. Põe isto na cona. Assim não escorres.»
Eu fiz o que ele ordenou. O instrumento era enorme, tão grosso que, para o enfiar, tive de levantar uma perna. Depois sentei-me direita e deixei-me sentir a enorme massa a distender-me as paredes da rata.

«Porra, basta arranjar uma tela qualquer, e fazer-lhe um buraco. Depois pômo-la de um lado e nós vamos para o outro e metemos à vez a pichota no buraco, e ela chupa sem saber quem é.»
«Mas sabe quem somos», protesta um.
«Mas não sabe quem está a chupar», insiste o da ideia. É evidente que o que ele quer é um broche.
«Uma das coisas que sempre me excitou foi a ideia de chupar uma picha sem saber a quem pertencia», disse eu então. Já estava um bocado tocada e as palavras saíam-me facilmente. Os tipos perceberam isso e mandaram vir um segundo vodka para mim, que eu bebi deliberadamente, consciente de que depois ia ser incapaz de dizer que não fosse ao que fosse.
«Fazes bons broches?» perguntou outro.
Não me dei por achada:
«Sou uma especialista.»
«E queres chupar pichotas desconhecidas?»
«Quero chupar seja o que for. A do empregado desta merda, as vossas, as que aparecerem.» Já estava a acelerar. O vodka descia-me direito à cona. Tinha formigueiros no entre-pernas. «Mas pichas desconhecidas têm um gosto especial.»

Eles, é para verem as putas, ou não ???? O que será mais giro ???
Pessoalmente, acho que:

1 - Nós não vos devemos ver; só devemos sentir a boca a chupar e a engolir.
2 - Vocês, não nos devem ver; devem limitar-se a mamar e engolir.
3 - Vocês podem ver-se a vocês mesmas a mamar. Aceito. É uma variação...

Ao mesmo tempo ia falando com os outros. Quando se veio, gritou de fúria por eu ter deixado cairem algumas gotas de esperma nas calças dele e esbofeteou-me. E depois fez-me correr no jardim, de mãos amarradas atrás das costas, com uma corda atada ao pescoço, em círculos, como vi fazerem aos cavalos. Tinha na mão um chicote que fazia estalar, como fazem os domadores, e às vezes aplicava-o em mim. Com arte. Ora nas mamas, ora nas coxas, de vez em quando mesmo entre as pernas, em cheio na rata, o que me fazia urrar. O que o alegrava. No fim foi ao cu a uma das outras putas e obrigou-me a lamber-lhe o caralho no fim, para o limpar.

publicado por Bisbilhoteiro às 14:38
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A cadela do Blog das putas

A cadela deve ser colocada no centro da arena, no meio de um círculo de homens cujo número não deve ser inferior a 20. Nua, evidentemente, e com as mãos algemadas atrás das costas para não ter a tentação de as usar. Escolher-se-ão machos em carência sexual de pelo menos uma semana, testados pela sua grande produção de esporra – de preferência pertencentes a estratos sociais que não tenham grandes hábitos de higiene. A humilhação da cadela passará também por saborear caralhos com forte sabor a suor e a mijo. Ela deverá ser obrigada a implorar que a usem, sendo convenientemente estimulada com chibatadas nas nádegas e seios. A visão do seu corpo contorcendo-se e as obscenidades saídas da sua boca serão um factor de incitamento dos machos. Depois, um a um levantar-se-ão, completamente vestidos e apenas com os caralhos de fora das calças que apresentarão à cadela para chupar. os primeiros cinco descarregarão directamente dentro da boca, mas ela estará proibida de engolir. Deverá, ao invés, deixar escorrer a nhanha pelos beiços, porque é um espectáculo sempre interessante. Os segundos cinco tirarão os caralhos para fora da boca antes de se virem e descarregarão sobre o rosto da felizarda. Os últimos restos serão, obviamente, lambidos por ela, até que nem uma gota reste. Chegado a este ponto é natural que a cadela tenha a boca dormente do trabalho efectuado e será lícito usar os restantes buracos para excitação dos homens. Ela deverá dobrar-se para diante, facilitando o acesso quer ao cu quer à cona – mas será de bom-tom que os homens usem o cu, com um mínimo de lubrificação. O objectivo não é facilitar o prazer à cadela. De todo o modo nunca por nunca esporrarão no interior do corpo, já que a intenção é dar à puta um banho de leite de macho.
Quando ela estiver convenientemente coberta, desamarram-se as mãos e ordena-se-lhe que se esfregue na rata para todos os homens verem. Este procedimento tem duas vantagens: por um lado propicia que a cadela se venha, para que não sejamos acusados de crueldade desnecessária. Por outro dará aos homens motivo de excitação e, eventualmente, de novas esporradelas sobre a cara já elangonhada da mulher, o que será altamente desejável.
Por último haverá que ter providenciado uma quantidade apreciável de esporra de cavalo ou de boi – adquirível em institutos de inseminação artificial. Enche-se um copo de água e informa-se a cadela do seu conteúdo – e força-se ela a beber. Qualquer recusa é bem vinda, porque mais algumas chibatadas só contribuirão para apimentar ainda mais toda a cena. Se ela beber o primeiro, oferece-se o segundo... e assim sucessivamente, só parando quando a cadela não aguentar mais – e vomitar. Termina-se o acto com uma conveniente chuva dourada.
Anónimo Veneziano.

publicado por Bisbilhoteiro às 14:31
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A segunda semana do Blog das putas

«Onde vamos?» foi o que eu perguntei a seguir. Valeu-me uma bofetada.
«Caluda, puta. Tu não tens direito a abrir a boca excepto para meter lá dentro uma picha. Entendido?»
Acenei que sim.
«Óptimo», disse o tipo. Mas a seguir começou a explicar: «Vamos para o Intendente. O que é que achas da ideia? Vamos servir-te, a ti e a outras duas vacas como tu, num bar. Vais entrar e oferecer-te aos clientes. De joelhos. Vais pedir-lhes que te deixem mamar as pichotas. E nós vamos filmar a cena toda.»
Não era daquilo que eu estava à espera, mas não podia dizer que me desagradava. Na verdade, fiquei logo excitada. Levei a mão à rata para me acariciar. O tipo pregou-me outra bofetada.
«Nem te atrevas a tocar nessa cona!» gritou-me. «Ou corto-te a mão.»
E, para mostrar que não estava a brincar, mostrou uma faca de mato.
«Imaginas esta linda a entrar-te pela barriga dentro? É o que te acontece se continuas a fazer merda.»
Aquilo deu-lhe ideias, porque me mandou abrir as pernas e enfiou-me o cabo da faca dentro da cona. Eu estava toda molhada e o cabo entrou facilmente.
«Olhem-me para esta vaca», apreciou o tipo. «Está toda molhada. Grande estúpida. Se calhar merecia que eu lhe espetasse mesmo a faca no bandulho. A ver se se vinha. Achas que te vinhas, puta?»
Eu não sabia se devia dizer que sim ou que não. Mas estava toda excitada e acenei que sim. Ele riu-se.
«Talvez mais tarde faça isso mesmo, puta.»

Vieram buscar-me na madrugada de 13. L tinha-me ordenado que esperasse em casa que me contactassem, e assim fiz. Era 1h30 da manhã quando tocou o telefone. Mandavam-me descer. Devia ir vestida com um vestido justo e curto, saltos altos, sem cuecas. O habitual.
«Onde vamos?» perguntei.
«Faz o que te mandam e cala essa boca, puta», foi a resposta.
Vesti-me rapidamente e desci. Parada diante da porta do prédio estava uma carrinha preta, com a porta de trás aberta. Durante um segundo hesitei. Senti que aquela podia ser a minha última saída de casa. Nunca tinha sentido isso de forma tão aguda. Havia qualquer coisa na forma como L me tinha dito que desta vez não haveria limites.
Uma vez dentro da carrinha, um homem desconhecido mandou-me arregaçar o vestido, para verificar se eu cumprira as instruções de não trazer cuecas. Depois passou os dedos pela minha rata para verificar se eu estava bem rapada.
«Detesto putas cabeludas», disse. «Fazem-me comichões na gaita.»

O programa foi longo e variado, com 7 ou 8 homens que iam e vinham e 3 putas residentes (eu, a outra da carrinha e uma terceira que apareceu depois) e durou 4 dias, numa quinta algures no Ribatejo.
Não posso contat muita coisa agora porque vêm buscar-me esta noite outra vez. Agora vai ser uma semana e L já disse que não haverá limites. Vamos ser usadas até ao limite da imaginação dele e dos outros homens e logo se verá o que acontece.
Antes meteu cavalos, passeios pela quinta connosco atadas pelo pescoço à sela de um cavalo e forçadas a caminhar assim, nuas, atrás dos cavalos - toilet games - etc.
Houve uma variante do gloryasshole que foi bastante excitante: a puta era metida num burado de parede, que depois era preenchido com cimento de forma a entalá-la mesmo. Cabeça e mamas de um lado, cu e pernas do outro. Eu estive lá durante mais de 12 horas. Durante esse tempo éramos obrigadas a chupar pela frente, e éramos montadas e vergastadas por trás. Eram duas salas diferentes e cada lado funcionava independentemente, e tanto calhava não acontecer nada em nenhum dos lados como estarem os dois a ser usados. No fim o cimento era partido com um escopro e éramos retiradas da parede.


publicado por Bisbilhoteiro às 14:30
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A semana do Blog das putas

O que aconteceu depois foi menos selvagem do que a conversa na carrinha prometia. Estavam lá mais putas e fomos todas levadas em conjunto a uma sala grande, onde havia vários homens sentados, e exibidas em redor. Estavam lá L e o homem da faca, entre outros.
Grande parte dos dias foi passada em actividades puramente sexuais: servíamos os homens à mesa, nuas; tínhamos de chupar quem nos chamasse, de joelhos, `frente de toda a gente.
De vez em quando, e sem qualquer motivo, punição ou outro, uma de nós era escolhida e amarrada fora da casa, a um ramo de árvore, e chicoteada durante algum tempo.
Só houve uma puta que foi suspensa pelas mamas enquanto era chicoteada. A vaca guinchou que se fartou e eu cheguei a recear que se lhe rasgassem as mamas, mas aguentaram.
A mim foderam-me com a cabeça metida dentro de água, mãos amarradas atrás das costas.
E houve mais divertimentos do mesmo género.

Foi assim a primeira noite.
Dali levaram-me de carro. Não sei para onde, exactamente. Nunca sei. Gosto disso. Foi uma viagem longa: duas ou três horas. De vez em quando o carro dava grandes solavancos: estradas de terra? Eu ia dentro da caixa fechada da carrinha, por isso não pude saber.
O tipo que me ameaçara com a faca voltou a mostrá-la. Evidentemente, divertia-se com aquilo. Fez-me fazer-lhe um broche com a faca encostada ao meu pescoço. A certa altura desceu-a para as mamas e pressionou-a contra um mamilo.
«Que tal se eu te cortasse uma teta? Sabias que era isso que Jack the Ripper fazia às putas que matava? Cortava-lhes as mamas. E os lábios da cona. O que achas se eu te fizesse a mesma coisa? Continua a chupar. Chupas bem, vaca, é o que te vale. Eu, por mim, tinha-te atirado ao rio. Foste-te abaixo. Uma puta decente não se vai abaixo. Chupa. Antes da semana acabar vou comprar-te ao L e corto-te devagar. Primeiro as mamas, a rata. Depois o nariz e as orelhas. E no fim o pescoço. Vi uma vez um filme em que um gajo fodia a traqueia de uma gaja a quem tinha cortado o pescoço. Vinha-se no pescoço dela, bem dentro da traqueia. E os pés da gaja ainda estremeciam.»
Foi assim que se passou a viagem.

Não sei quantos tipos foram lá dentro. Dezenas, sei lá. Chupei, chupei e chupei. Às tantas estava tão cansada que tinha a lingua dormente e comecei a parar, e isso valeu-me meia dúzia de bofetadas que me deram logo mais gás.
Lembro-me de risos, insultos gritados por cima de mim, bofetadas, apertões nas mamas, o nariz apertado enquanto me enfiavam a picha pela garganta abaixo, e mais esperma, e mais, e mais.
Dei por mim caída no chão, com a boca dorida e um sapato a pressionar-me as mamas, e uma voz:
«Esta vaca foi-se. Já não aguenta mais.»
Outra voz:
«Vamos levá-la e atiramo-la ao rio. É uma porra, não vale nada.»
«Não vale nada? Contaste quantos gajos ela chupou?»
«Acabou-se, não consegue chupar mais. Por mim, atira-se.»
«Não.»
Lembro-me de pegarem em mim e de me arrastarem pelo bar e depois para a rua, não sei se vestida ou despida, e de ser atirada para dentro da carrinha.
Barulho de motor, movimento. Conversas.
Duas bofetadas fortes. Abro os olhos. Estamos parados.
Um dos tipos agarra-me pelo pescoço e obriga-me a espreitar pela porta. Vê-se o rio.
«Estás a ver aquilo, puta?»
«Sim.»
«Estamos a pensar atirar-te lá para dentro. Com uma pedra amarrada aos pés, para não chateares ninguém. O que é que achas?»
Eu não estava grande coisa e nem reagi à ideia de ser atirada ao rio. Disse:
«Se fizerem isso, metam-me um vibrador na cona, para me vir uma última vez.»
Houve gargalhadas e o tipo puxou-me pelos cabelos para dentro da carrinha.
«É de força, a puta!»
«Ficamos com ela.»
Ouvi a porta fechar-se.

Foi como ele disse. Chegámos ao Intendente e a carrinha estacionou. Mandaram-me sair e eu saí. Havia a população habitual na rua: putas, chulos e clientes.
Escoltada por três tipos, marchei pela rua fora. Sentia os olhos dos homens em mim. Fiquei ainda mais excitada. Fico sempre.
Um dos homens agarrou-me um braço ao passarmos pela porta de um bar e obrigou-me a entrar. O bar estava cheio de tipos a beber cerveja e a olhar para um filme porno que passava numa TV por cima do balcão. Duas putas serviam ao balcão.
«Ok», disse um dos meus acompanhantes. «Então é assim: vais tirar essa roupa toda e vais anunciar em voz alta que chupas todos os tipos que quiserem meter-te a picha na boca. Depois avanças para a casa de banho dos homens e preparas-te para trabalhar. Entendido?»
Eu acenei que sim com a cabeça.
«Ao trabalho», ordenaram-me.
E fiz isso. Avancei para o meio do bar e tirei a roupa. Houve assobios e bocas porcas vindos de todo o lado. Depois fiz o meu discurso:
«Estou aqui para chupar toda a gente que queira meter-me a picha na boca. Vou esperar na casa de banho dos homens.»
Mais assobios, mais bocas porcas. Acho que os tipos não estavam a acreditar. Mas depois um dos homens que vinham comigo confirmou que era assim mesmo. Eu, entretanto, avancei para a casa de banho, nua pelo meio de todos aqueles machos. Houve apalpões. Levei uma bofetada, não sei de quem.
A casa de banho estava vazia e cheirava a urina e a desinfectante, como cheiram todas. Havia água no chão. Encostei-me a uma das paredes, entre os urinõis, e preparei-me para trabalhar. Estava tão excitada que era capaz de pedir na rua que me violassem, se os tipos me mandassem fazer isso.

publicado por Bisbilhoteiro às 14:27
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O anel do Blog das putas

o anel
Tenho uma amiga (uma conhecida, enfim) que decidiu um dia fazer de puta. Não me refiro a ir para a rua engatar. Isso já eu fiz. Ela foi trabalhar durante uma semana para um bordel. Tudo segundo as regras. Foi examinada à entrada pelo chulo da madame, que fez questão de provar. Teve de entregar tudo o que trazia, incluindo roupa e documentos, dinheiro, chaves, etc., ao tipo. Depois foi vestida com um bikini composto por umas cuecas com racha e um soutien que deixava as mamas de fora, e posta num quarto com uma cama, um bidé e toalhas. Tudo muito rasca, bem tradicional, porque era aquilo mesmo que os clientes queriam, explicou o chulo. E pagavam bem. Quando ela perguntou pelos preservativos, ele riu-se. «Usa a língua», disse-lhe. Nessa altura ela quis ir embora e ele explicou-lhe que ali não havia desistências. Comprometera-se por uma semana e era por uma semana que ia estar ali. «E vais foder até te esfolarem essa cona», acrescentou ele.
A ideia dela tinha sido foder consecutivamente com uma série de desconhecidos sem poder controlar quem eram. Velhos, novos, pichas grandes, pequenas, tarados, ineptos, tudo. Era essa ideia que a excitava.
De repente deu consigo prisioneira a prazo de um chulo que ia obrigá-la a cumprir o prometido, nem que fosse à força.
Disse-me ela depois que ficou tão excitada que quase se vinha assim mesmo. Ali, nua diante do chulo. E eu acredito. Conhecendo a puta que ela é, acredito inteiramente.
A descrição da semana, vão tê-la brevemente, feita por ela mesma.
Agora resta acrescentar que, com o dinheiro que ganhou no bordel (o chulo era dos honestos e pagou-lhe mesmo a parte dela) comprou um anel. Que usa religiosamente. Todos os dias. «Lembra-me a puta que sou», disse-me ela.
Pois.

publicado por Bisbilhoteiro às 14:26
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Cavalos do Blog das putas

O que me excitou mais quando tive a experiência de mexer na picha de um cavalo foi o peso. Aquela mangueira é mesmo grande. Pesada. Morna. E há o cheiro. Acre, denso, que se pega à pele como azeite.
Levaram-me ao estábulo e mandaram-me entrar. Havia dois cavalos. Mandaram-me para um castanho muito escuro. Os homens estavam cá fora a ver e a comentar. E a dar ordens.
«Pega nele.»
«Esfrega-lhe a pichota, vaca.»
«Pega-lhe. Com as duas mãos.»
«Ajoelha. Mete-o na boca.»
«Abre essa bocarra porca e mete-o lá dentro.»
«Querias esse mangalho dentro da cona? Arrebentava-te até ao esófago.»
Falavam assim.
Com eles estava uma das outras putas. Também estava nua e via tudo calada. Tenho a certeza que estava excitada. Eu, no lugar dela, estaria.
Fiz o que me mandaram. Ajoelhei-me por baixo da barriga do cavalo e fiquei com o caralho enorme à frente da cara. Balouçava devagar para cima e para baixo. Bateu-me no queixo e foi como uma bofetada molhada. Eu estava com medo que o bicho me esmagasse com as patas mas não me atrevia a sair da minha posição porque havia dois homens com chicotes à minha espera, se o fizesse.
Comecei a fazer um broche ao cavalo. Mãos em volta daquele tronce e a boca a rodear a glande. Aquilo é enorme.
Não consegui fazê-lo vir-se, o que foi motivo de risota para os homens.
«Que incompetente. Nem um broche sabe fazer. Vamos ter de a obrigar a fazer exercícios.»
«Burra. Vais dançar na ponta do chicote, vaca de merda.»
Falavam assim.

publicado por Bisbilhoteiro às 14:25
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