Domingo, 4 de Setembro de 2005

Casa comigo

nao, nunca mais sera nin
ou nim
talvez sao
nunca nim
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<RosaGrey> nao, nunca mais sera nin
<RosaGrey> ou nim
<RosaGrey> talvez sao
<RosaGrey> nunca nim
<A`> e depende, aceitas ?
<SID> nao!
<RosaGrey> aceitar... so o q convier, afinal de contas sou femea
<SID> eu sou maxo
<SID> ok
<A`> se o dizes ... mas
<A`> o que significa maxo ?
<RosaGrey> significa q bebe
* A` vira-se para o dicionário
<RosaGrey> e diz coisas estupidas e constante
* ANDRE1984 has joined #poesia
<RosaGrey> e pensa q tem smp razao
<RosaGrey> e dps a dama foge, e ele sente se culpado
<RosaGrey> e pensa q mudara na proxima
<RosaGrey> mas o tempo passa, e nem o tempo interessa
<A`> tira catotas do nariz, coça as partes pudibundas em publico e a despropósitro
<A`> .. percebo ...
<A`> .. nem ele muda , apesar do tempo que não interessa
* A` visualiza o quadro ...
<RosaGrey> posso dormir agora?
<A`> se tens sono, que te prende ?

publicado por Bisbilhoteiro às 04:17
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A merda e a menina

E quando a menina ia defecar
ouvia risos e vozes,
não sabia de onde vinham.
mas era lá embaixo
ou eram sons insultuosos
da poia pequena flectir
a cair.

Quietinha poia! Dizia eu.
E tenho os olhos a cair,
e tenho os óculos a cair,
com muita carisma.

Um dia a mãe da menina
guardou essa colcha antiga
toda cagada
numa arca bem fechada
e quando a menina acordava
de noite sentia medo
porque cheirava mal
e faltava-lhe o ar
e a miúda tão pequena,
já sabia o que não queria.
Não queria morrer asfixiada
ao intenso odor da merda.

publicado por Bisbilhoteiro às 03:20
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Sábado, 3 de Setembro de 2005

Trabalho de casa para saloios

Dentes para fora do reduto convencional dos maxilares, olhos esbugalhados, com órbitas à deficiente mental, e algum cabelo arrumado lá atrás das orelhas enormes. Um rato almiscarado!

gosto de saber até onde vai a preseverança entre as pessoas, até que ponto te desculpam um acto ilógico que tu planeaste.
é engraçado.
e depois ficam assim no fio da navalha
entre perceber que estás a gozar com a cara delas
para poderem levar a peito
e quando vão a começar a recriminar-te e a passarem-se por causa do gozo
dizes qualquer cena que as mete outra vez na dúvida
e desesperam ainda mais, ficam mais irracionais
depois é só pegar no inconsciente delas e virá-lo do avesso.

Acima de tudo, voz sólida, mostra coerencia na altura certa, e olhar sério!
Caiem que nem uns patinhos.

publicado por Bisbilhoteiro às 01:00
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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2005

Próteses

A unica vez que estive perto dum período (fluxos para fora duma fémea), foi um penso higienico e algum vermelho na sanita, deixado pela minha mae, fiquei horrorizado

Comecei a chocar-me com essas merdas e a comecar a perceber de sexo.

Era evidente que a Rua Sésamo não tinha significado latente para mim, tanto que alterei as persoganes da novela infantil:
O filho mais velho meteu-se no cavalo, perdeu metade do cerebro, e meteu-se no budismo, agora rapou a cabeça, e à anos que vive numa floresta na inglaterra, o outro filho, gosta de teenage fanclub e faz desenhos assinados pela adriana calcanhoto para a mae, além de andar à uns 10 anos num curso de historia de linguas francónicas...
a senhora quando me vê, grita "OH DEUS DO SEXO!!!"

Eu adorava usar o sexo com os pais. "Oh pai, a esmegma come.-se?"

E a cena do falo, a maioria dos meus amigos do ciclo preparatório, andavam sempre com aquela cena de medir as pilas e comparar e tal, havia um mito urbano fantástico, media-se afinal apartir de onde? Da barriga, da base do pénis, ou por baixo, apartir dos colhões?
Motoserra neles todos.
Tive que mudar de cidade.
Nem com próteses aquilo ia lá, ficaram com um mal psicológico crónico, capados!

Pequenos capados, não levem a peito, havemos de beber os nossos copos e rir da vida,

publicado por Bisbilhoteiro às 16:23
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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2005

Ghost World

ghost world
ja o tinha visto (tentado ver) 2 vezes,
mas nunca tinha chegado ao final,
porquê?
Cheirava-me séca.
A gaja do cabelo preto e ar de monga, com fezes coladas aos pés,
arrastava-se o filme todo, e falava para dentro.
Menina egocentrica burrinha de cona rapada, aposto.
O filme é a morte anunciada da pita monga dos oculos de massa.
E mete Blues, e pouco mais,
nem chuva, nem soalhos gastos de madeira pesada que range com o vento.

Séca alternativa pseudo.

E termina com a miuda, no autocarro dos fantasmas... que raio de menssagem querem passar? "Já que não podem comigo, desapareço" - viva as americas.

Para onde foi a miuda?
Num sentido mistico, deve ter ido para o texas prostituir-se e fumar cigarrilhas ao final das tardes. Ou então suicidou-se num baldio qualquer.

merda de filme,
porque é que gosto de filmes de merda?
são tasty e diferentes, deve ser por isso.
procuro dormir, e nem estas merdas me ajudam.

A inoperância social para com os putos, embrulha blues, com pitas pós-high school, sem drogas nem violência (género cotos e raspadelas de faca como no rambo).

Senao te enquandras no mundo, apanha o rasto dos fantasmas, e desaparece...
nao pensei que pudesse ostentar a tanto.

Quente e humido, ou talvez sêco.
Sem mais.

O CU DELA ATE QUE SE SAFA, porra, mas é tão burrinha, lembra-me uma vizinha parva nas horas, que foi mamar pilas para a alemanha e não voltou.

publicado por Bisbilhoteiro às 15:45
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Fodança na maré vazia

vai pah cama!
Uma minhoca vira-se para um camarão da escócia e diz-lhe:
não estou minimamente virado praí, sinceramente
Ele responde-lhe:
better alone
ela diz-lhe:
é como a musica do titanic "sou o rei do mundo"... A nível emocional/físico só quero curtes/kekas sem compromisso! Oh senhores!
O camarão rosna e faz au-au-au com a boquinha suja do esgoto que desagua por ali.
A gaja diz:
E a qualidade do mercado, fica áquem? ou tase? às vezes além, às vezes aquém, aposto!
O camarão inicia o movimento típico de quem bate punhetas nos bares dos comboios, e começa a punhetar-se.
Ela continua:
Demasiado cabelo, demasiada falta de higiene, demasiados preconceitos, demasiado dentes podres.

Eles vão foder...

"JA NAO KERO"
isso é imprativável Lagosta!
Se a pila cheira mal digo que não gosto de mamar, ok?
Sabes muito bem que há lagostas que cheiram muita mal do caralho e eu odeio - retorquiu a gaja!

Julgas-te o quê? O maxo duma sociedade precária, em saldo negativo, que procura encarecidamente por maxos à moda antiga, com pilas do tamanho da do eusebio, e A CHEIRAR MAL, porque é de homem! é?

A lagosta dá-lhe um estalo. O camarão abana-se toda.
"Acho que simplesmente estão-se a cagar ou pensam que está lavado o suficiente." - Responde em inglês o camarão.

"É um ciclo vicioso, todos fazem com a pila suja, porque... todos o fazem... com a pila suja." - a Lagosta divaga com meia pila dentro dela.

Tu podes criar um movimento novo na cena, genero o matrix e o oraculo: "és o tal"... Uma cena anti-esmegma...

"E gajas acima dos 23 só para serem empregadas domésticas e andarem de joelhos a lavar o chão e a cheirar a lixívia nos autocarros que depois os velhos confundem com cheiro a esperma e masturbam-se na fila de trás com “A bola” enrolada à volta da caralha a olhar para elas com ar esgazeado. " - e depois pousou o jornal, e voltou a ir-lhe à cona da Lagosta.

publicado por Bisbilhoteiro às 15:38
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MP3 duma quinta-feira à tarde

Talking Heads - This Must Be The Place (The Maybe Ruthie Mix) (8Mb)



Ok... e a pérola do dia é esta Página de Mashes [INDIEPOP + ROCK + POP] em longas versões de 70 minutos [MP3´S]

publicado por Bisbilhoteiro às 15:06
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343

zeste mal, foi a ti, tu eh que investaste sobre ti
SID diz:
oh
SID diz:
sinopses de dentro para dentro
SID diz:
nao fazem mal
AEnima diz:
eu eh que depois pensei k tinhas passado de hetero para gay.. nao sabia k tinhas toda a vida sido
SID diz:
é so mais uma realidade
SID diz:
desculpa
AEnima diz:
tenho amigos, mais k um... mas um pronto... k conheco muito melhor.. k era todo straight ate aos 22 mais ou menos
SID diz:
foi sem interesse, nao keria esbanjar uma vida com a crueldade de ser gay - na altura pensava ke era melhor ser hetero faxada
SID diz:
mais tarde ou mais cedo, um gajo sai da heterossexualidade, as pessoas nao sao burras, mas há algumas ke se desgastam todas, e entretanto ate se casam, enfim
AEnima diz:
ca para mim ele nunca enganou ninguem, tb eu o conheco desde o liceu... ele eh mais novo do que eu... e la pelos 22, namorava ele com uma gaja super gira, de repente acaba com ela e comeca andar com muitos gajos diferentes
SID diz:
deuse o clik. uma noite de copos, uma depressaõ do nada, despoleta isso na boa
SID diz:
ELSITA ROMEU GOMES À SÀ
SID diz:
vou para a camita
AEnima diz:
a malta ainda pensou k fosse so uma fase, mas eu k o conheci qdo era puto, vi logo k era mesmo natureza dele.. e agora vive com um tipo ha 3 anos, e eh feliz da vida

publicado por Bisbilhoteiro às 06:41
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Merda

Pés frios no chão.
Azulejo morto.
E eu renitente, ou cama ou isto.
Vaso de flores, verticalidade, e alguma coisa de Depeche Mode.
Mamas grandes por todo o lado.

Hoje a caminho duma tarde de verão
derrapei por ali fora
arranquei pele,
fiquei-me cor de parede
e raspei até lá abaixo,
acalmei o pouso e pousei
com os perdões todos dos ultimos dias,
e perdoei-me.

Depois do vão de escadas vem o túnel
mijo dos velhos,
tubinhos de plástico negros,
esquecidos pelo tempo
gotinhas sêcas
delataram um caudal de urina,
e caminhei pelo túnel nauseabundo.

Olhei ao lado,
barras da prisão e um supermercado
acedi com o olhar
e vi cervejas nas estantes,
e pão sêco empilhado ao fundo,
e mais nada, o resto era escuro.

Fiquei curioso, uma mercearia fétida
sem qualquer aparatosa higiente,
apenas uma mulher com roupa
ela toda um avental
varizes nas pernas nuas de banha macia
a florear duns chinelos comidos do musgo,
eram cor de rosa.

Senti-me mal,
40 graus, moscas, urina sêca,
terminara o tunel,
abrira a porta,
e serenamente apanhei ar,
um ar da tarde sem vento
só sol.

Passaram duas motas,
cada uma munida de um velho,
riram-se para mim,
em câmara lenta
parecem-me campónios dum qualquer campo de arroz
do outro lado do mundo.

Percorri uns metros,
umas dezenas deles,
cheguei longe, ao parque
um velho suado, com riscas nas pernas mortas
adidas por todo o lado,
enfeitado por uma reforma exímia social,
ou vendido aos feirantes pelo primógénito,
ou crise social para os velhos, que se fodam com ácido.

Sopa de galinha, mais acima
velhas escondidas atrás dum portão
logo ali na rua de cima,
perpendicular à minha.
Fui ver,
estava um velho a tocar-se,
pila e mãos em movimento
e ele a babar-se.
Desliguei o ninho de cucos e atravessei a rua,
para um pequeno café,
tinha uma televisão lá dentro, ao alto
na diagonal,
e na diagonal me inclinei,
e vi putos a aprender palavrões
a dizerem merda... na televisão.
Rosnei e entrei mais um bocadinho,
"entre, entre, não tenha vergonha" - disse o abrupto peludo lá dentro.
Eu mal via, tal o escuro,
um opaco negro cortado às fatias pelos traços do sol
ali a queimarem meio balcão,
e meio velho e a sua cachaça,
e... querosene não?
Tudo a arder não?
Senão fosse este ar de puto traquinas...
Passei metade da vida adulta,
a ser gozado, o "entre entre"
só me irrita ainda mais.

Pedi uma faca para cortar o pão
e cortei as unhas,
às fatias, uma por uma,
o gorila ficou espantado,
não disse nada,
pudera. Deixei-lhe 3 seringas em cima do balcão,
e retirei algures da lapela
um papelinho que faz milagres,
diz "SIDA", e deixei-o ficar,
ali nos esboços sêcos de vinho depositado no balcão,
os sulcos anões dos copos,
és um porco, e nem o teu negócio cuidas...
Porco!

Cansei-me desta merda toda,
vivo num colhão de terra,
pessoas feias e cães desnutridos a foderem o lixo
a qualquer hora do dia,
parece uma Beirute, foda-se.

Voltei para dentro, retornei ao lar,
segui sem ver nada,
anulei-me. Nada, não quero sentir nem prever nada,
embalei a racionalidade a uma loucura sem óxigénio,
matá-la só um instantezinho,
"vá lá" - ela fez-se rogada, e nem me surgiu naquela hora,
com o tipico olhar de inocência
em forma de consciência,
foi fácil.

Fechei-me no quarto,
deitei-me num escuro temporário,
porque mal abri os olhos,
ainda com medo que íris não aguentasse a passagem rápida,
do sol para o escuro, e sei lá,
se suicidasse em forma de doença crónica,
- não arrisco nestas merdas - vi da janela,
uma lingua gigante,
mais parecia a cascata que vomita chocolate do filme do Burton que anda por aí,
e lá de cima, um buraco que nunca tinha visto assim,
parecia um tremendo ânus, esquecido! Sim esquecido ali.
Entrava uma luz branca, sem qualquer encanto,
um branco casa-de-banho,
era tão ordinário esta luz,
senti-me num escuro,
observado por um ânus rendilhado de luz parca,
e duma janela a linguarar para mim,
a casa tinha forma,
o quarto demoníaco,
engendrava apoderar-se de mim,
canibalizaria-me.

Estou farto de ser o naco, o alimento
o vítima fácil,
bem sei que a vida tem-me corrido mal.
Ligo a tv, fugi dali,
mais putos a aprenderem a dizerem merda,
putos por todo o lado a dizerem palacrões,
mas o que é isto?

Corto algo, vermelho jorra,
liquidifica pelos meus pés,
tomate maduro fatiado e duas latas de atum,
muito sal,
drogo-me com aquilo,
abestenho-me da realidade,
invado o andar de cima,
bato às portas,
quero uma casa,
ou um reles apartemento,
uma casa abandonada,
tenho saudades das masturbações em grupo com fantasmas do ofício.

Telefono, e não me respondem,
nem atendem,
e eu nem me empurro para a solidão
são eles - e estou desculpado,
soa sempre bem saber que a culpa não é nossa.

Vou aos armários,
encontro lápiz de cera,
e já sei,
corro,
corro mais e mais e mais,
doi-me tudo,
arfo.
Cão doente.
O primeiro carro que vir branco,
fodo-o.

Escrevi MERDA dum lado ao outro.
Passa bem,
vou dormir.

publicado por Bisbilhoteiro às 04:48
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