Quarta-feira, 27 de Julho de 2005

Por vezes a fantasia é a estranha realidade

Era uma miuda com buço, assim: simples, directo, grosso, sem caracois! A descrição disparada ao ar soa a sêco, aqueles pêlos eram reais, davam ar de névoazinha escura que sobrevoava aqueles lábios, era um matagal de pêlos, escuros, já fortes, riginhos. Não me tentem dizer o contrário: a gaja, já tinha feito o bigode várias vezes. Que ser humano estupor, vive em que sociedade? Moura! Mulher tem que aspirar a ser ´no máximo, meio maluca, mas bigodaça? Nunca! E enojei.

De resto nada a acrescentar, era impecável, pézinhos com unhas pintadas, como uma verdadeira fémea, uma Paris Hilton, uma clone mamífera de capa de revista de gaja: lábios, cheirinhos que se confundiam com o suor do verão, uns brincos a perfurar as orelhas de mamífera fémea, e qualquer coisas na ponta dos dedos da mão: FLORZINHAS PINTADAS!!! Gaja estupida, ou estupida da gaja? Sou misógeno? Misógena... mais tarde no texto vou descubrir que sou mulher, e mais não digo - Continuando: mamas no sitio, durinhas, como maças redondinhas, uma camisola generosa, a definirem bem os seios, e as cuecas... Notavam-se os elásticos, naquelas calças, pudera, ela sabia-a toda. Dum branco virginal aquele tecido tão fresquinho, tão singelo e fácil de raspar, parecia a túnica do papa, do outro, que este não gosto, é feio e meio nazi. Ela sabia-a toda, de calças a projectar tremendo cúzinho, com elásticos a demarcarem a vedação daquela quinta padaria de cu, ora aqui é rabo, ora aqui é coxa, sabia-a toda. Quereria ser violada a caminho de casa? Presumo que ia para casa, era um comboio, e ela ia de saco na mão, braçinhos meio bronzeados, vinha da praia? E maminhas duras, pequeninas como as da estação, mas duras.

Um par de preciosas mamas, e uma boca com pintelhos que surgiam em provocação politica, qual o macho viril que era capaz de lhe dar uma foda? Quem? Com aquele buço, parecia mais a filha anormal do pastor duma das grutas da serra da estrela. Mas... Há gente que gosta delas assim: abruptas e com o corpinho decorado pela mãe natureza das gentes que vivem na aldeia, viris, trolhas, ingénuos, e claro: praticantes do incesto, e ao domingo tudo para a igreja, render uns escudinhos à mafia da cruz, e deambular no enrredo social lá do burgo. Sois estupidos sois. E nisto de vaguear nas imagens que me assolavam, sento-me de frente a ela. Assim: eu aqui, ela ali, eu com caralho, e ela toda, ali sentada, de cona fechada ou aberta, não sei, mas tinha as pernas abertas.

Pausa! Isso é pecado, espreitar cueca alheia!
Eu já fui pUNK! E agora não... Não o caralho... E remexi-lhe por dentro da camisola, apalpei-lhe o seio. Ela deixou, abriu a boca, serrou-a, deixou sair baba branca, Regorgitou em soluços, devagarinho aos solavancos, numa dança demoníaca com as vibrações que lhe subiam a espinha do comboio, ela deitava baba, e eu apalpava-lhe as mamas surinhas, como seriam? Estalo! Não eram tatuadas, era só caroço com àgua do mar, salgada na planicie da areia, aquela cor intermédia acastanhada cor de pele, antes e depois das dunas e do mar, ali no meio... Cona húmida, ranhoca, e baba. Perseguia agora a cona. Tiraste-lhe uma fotografia?
Estalo dois, é verdade, estava a sonhar. Diz-lhe que ela simula bem um entardecer de sol na companhia de cães polícia apetrechados de raiva da boa.

Nesta rotina, deixei-me ir, e dei as mãos ao senhor, agradeci ao senhor, desci a montanha da felicidade, mas antes tinha lá ficado todo o dia, a benzer-me de gasolina, ó mãe, e peguei-me fogo, e gritei. Tiveste sorte. Voltei à miuda, de buço forte. Oh senhor, posso rezar?

Reza do comboio, aquando se avista uma mulher dócil duns 25 anitos, meio produzida e tal, e há que lhe dar uma chance, uma puta duma chance, a bigodaça não é tudo!

Onde é que está a tua cabeça?
Oh menina que andas por aí
a lançar abelhas doces aos olhos
dum menino bom como eu
com patins de linhas caias na colmeia
e eras logo adocicada em éter que se esvanece
tudo não é nada, deixa-me embebedar-te com algodões
um no teu umbigo, outro no teu nariz
narina direita se faz favor
e um na cêra do teu mais que tudo, com sabedoria audio

Esta é a rezinha para a putazinha
a miuda mais parva que vi
andava de comboio
tinha bigode
e duas maminhas, pudera...
Sentia-se gaja
porque por vezes
eu bem via
ela lá ia com a mão arejar
as bordas com lábios logo ali
na borda da cona.
Com o calor a mulher simbiótica de mamas ao lado dos braços
acena ao marido, ao amante
felpudos par de cornos
porque metade das mulheres são putas
e as restantes sonham com a despedida de solteiros
das melhores amigas
para irem foder em dupla penetração
com os jovens artistas
sem sida
saudáveis e de paus brilhantes e enormes
e depois gritam muito
reivindicam as cabras que gostariam de ser
e acabam sempre
por acabar com esperma sólida
na cara, em apoteose urram mais uma vez
e vivem com camadas de esperma
de estrelas de cinema diferentes
porque amanhâ é outro dia.

Menina do comboio
és puta
ou és das outras
que se enjavardam
e acabam em casa
com lenços de papel
a fazer movimentos circulares
completando o circulo mágico
streap tease, foda a um, foda a dois
gritinhos de cabra,
urros de vaca
e esperma na cara.

Menina do comboio vem a mim
deixa-me comer-te essa cona
não me telefones com avisos negativos
os telemoveis fazem cancro
e aquecem células da cabeça
não quero morrer
não quero ejacular esperma doente
quero-te fazer a barba como o pai natal
pois os teus bigodes são
matagal de aço
ficarias linda, um objecto anal.

E acordo. Tinha acabado de chegar um velho rebarbado, sentou-se ao lado dela. NÂO ANDEM NOS COMBOIOS DA CP.O sonho terminara, ele tinha unhaca e pêlos que lhe saiam aos maços dos ouvidos, era abonado das doenças todas, e ficou por ali, a recolher elementos para bater punhetas em casa. Falou-lhe, dançou-lhe a dança do ventre da mangueira, ficou com ela. Nojo.

Não gosto, e nem simpatizo com miudos fáceis de contentar
Nem com velhos com corcunda, com pele de galinha, nem com doenças
casos desses há às centenas uns em cima dos outros, tocam-se!!! Como nas filipinas, mas aí são mais travestis, na costa da caparica, logo a seguir aos ciganos que vendem a 10 euros, mas depois à sempre uns ciganitos mais "brancos" que vendem a 5 euros.

Sexy! Sou sexy demasiada sexy para a tortura do buço. E saio na proxima estação. Não violei ninguém no comboio, nem uma velha. A facilidade das coisas engana. "Eu acho que este gajo está apaixonado por ti mas ele é magrinho" - "É psicólogo" - E começo a correr, a querer parar com os comichões da cona. Há bués que não lava a paxareca. Deus! Quero ser homem. E apanho os ultimos raios do sol, e masco uma merda qualquer. Orgasmos na boca

publicado por Bisbilhoteiro às 16:50
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